|
Creating Believable Characters with Mark Walsh Ele começou o workshop alegando que o mundo está sempre esperando algo novo, um estilo novo. - The World is interested in something new 1. What makes a character believable? A) Personalidade (Do que ele gosta ou não, ele é devagar ou rápido em suas ações, etc) B) Psicologia (como ele vê a si próprio, o que é importante para ele?, valores, etc) C) Filosofia (o que é importante na vida?, etc) D) Objetivos (Sonhos, o que ele faria com 1 milhão de dólares?, etc) E) Falhas ou Defeitos (baixa estima, egoista, etc.) Ele falou muito a respeito do Item sobre falhas. Ele disse que uma boa história os personagens não podem ser perfeitos pois a platéia se identifica com o personagem e ninguém é perfeito. Aqui eu faço um ponte com o que o Ed Hooks fala sobre a Empatia. O que vc acaba sentindo pelo personagem é empatia. 2. Character Arc Arco do Personagem, ou seja, o personagem sofre mudanças durante o filme e fica diferente no final. Um exemplo disso é o caso do personagem principal de Carros ou dos Incríveis ou do Nemo que sofrem transformações durante o filme. Ex: O Marlin deixa de ser um peixe medroso e deixa o filho mais livre. Aqui eu faço uma ponte com a jornada do herói citado no poder do mito do joseph campbell, eu achei que ela está interligada com este arco. Case Study 1: Simpsons Ele falou que mesmo não tendo uma técnica de animação de primeira, os simpsons é um sucesso mundial por quase 20 anos porque os personagens são muito bem pensados e cheios de falhas, principalmente Homer Simpsons, na qual tanta gente se empatiza. Outro estudo de caso que ele passou foi o Vila Sésamo (acho que é assim que se escreve) na qual ele diz que apesar da grande limitação de movimento dos bonecos, o acting dos personagens é realizado de maneira muito inteligente mostrando as diferentes personalidades dos personagens. Case Study 2: George McFly do De Volta para o Futuro Geroge McFly começa o filme como um personagem cheio de fraquezas e incertezas, sempre levando surras e broncas de Beef. O ator faz movimentos e gestos remetendo a uma personalidade muito boba, covarde e inseguro. De maneira brilhante, no final do filme, o mesmo ator do personagem George transforma-se num cara confiante e bem sucedido apenas mudando seu acting. Uma das dicas importantes que ele passou foi a que devemos Animar Pensamentos. Voltando ao personagem George McFly, no momento que ele dá um soco surpreendente em Beef, ele mesmo não acredita que fez aquilo e a primeira coisa que ele faz é olhar para suas próprias mãos. Ele não fala nada, mas esse acting é brilhante pois indica que ele está pensando em algo tipo: Não acredito!! Eu fiz isso! (I cant believe it! I did it!). 3. Consistência Para ser “believable”, ou seja, ser um personagem convincente, este deve ser consistente. O personagem sem muita complexidade, por exemplo, não pode agir como tivesse. É como se por exemplo, o Homer começasse a ter lances de inteligência, etc. 4. Acting Ele mencionou brevemente todos os princípios de animação. Ele citou alguns pontos de acting como: decidir a linha do pensamento, consistência com os personagens e ilustrar os pensamentos com expressões e poses, ou seja, os gestos dizem aquilo que você pensa. Por exemplo, num vídeo da Bela e a Fera, a Fera expulsa a bela do lugar onde está uma flor guardada e logo a fera se arrepende de ter expulsado-a. Imediatamente se vê o gesto (acting) da fera arrependida e inconformada com a atitude que ela mesma acabou de ter. Case Study 3: Procurando Nemo Além de todos os itens já citados acima, ele mencionou que um dos desafios de procurando nemo foi animar peixes com acting humano. Ou seja, quanto de animal ou humano teria os personagens e que horas isso mudaria? 5. Minhas anotações: Na Pixar ele disse gastarem de 3 a 3 anos e meio no desenvolvimento da história (script - 6 meses e storyboard o restante do tempo). O cloth sempre dá pau por lá também e algumas vezes ele precisa dar uns jeitos na animação para burlar estes problemas. (hehe)
|